sábado, 30 de abril de 2016

O Martelo do Andy - Captain America: Civil War review

Na passada quinta-feira estreou em Portugal o filme Captain America: Civil War, um dos filmes mais antecipados se não o mais antecipado pelos fãs de Banda-Desenhada e Super-heróis. As expectativas eram altas e como todos sabemos, às vezes é difícil corresponder-se às mesmas quando estas são demasiado altas e aqui há sempre divisão de opiniões. Pessoalmente, não fiquei desiludido, mas como é normal, há sempre quem esperasse mais.

Captain America: Civil War é um filme da Marvel Studios, que marca o início da fase 3 dos filmes do Marvel Cinematic Universe (MCU) cujos fãs, estão familiarizados e que já dura há 8 anos, desde o primeiro filme do Iron Man. O filme é a sequela do filme Captain America: Winter Soldier, que tratava o amigo de infância de Steve Rogers (Capitão America), Bucky. Esse filme fez a construção perfeita da personagem, percebemos as motivações e/ou os problemas dele e deram-nos tempo para investir na personagem. Todo esse tempo não foi em vão, a personagem vem à baila outra vez neste filme e aliás é um dos principais focos quando este é incriminado por algo que quase todos acreditam que ele fez, todos excepto um: O nosso Capitão América, Steve Rogers.


O filme está dividido em dois, a sequela do último filme do Captain America, e a sequela do último filme dos Avengers, o Age of Ultron. A nossa equipa de super-heróis, separa-se quando, o mundo começa a pensar duas vezes sobre se esta zela mesmo pela segurança do mundo, mesmo matando varias pessoas inocentes, e causando demasiados danos, começam a separar-se as opiniões dentro da própria equipa, uns contra o controlo e supervisão da equipa pelo governo, outros preferem esse controlo e supervisão, por acharem que traz uma maior segurança, daí uma guerra civil. Guerra civil essa que se desenvolve com o facto de Steve Rogers querer proteger o amigo de infância, Bucky, e o outro lado achá-lo um criminoso que devia estar preso ou mesmo morto.

No filme são introduzidas duas personagens completamente novas e que o público ansiava para ver, Black Panther, um diplomata de Wakanda que sempre lutou para proteger o seu povo, e o “nosso amigo e vizinho” Spider-Man. Muita gente entrou no filme sem saber o que esperar deste novo Spider-Man/Peter Parker interpretado por Tom Holland, um miúdo novo e sem muita fama. No entanto, não desiludiu e acho que é unânime o agrado e o entusiasmo por querer ver mais deste novo Spider-Man, tendo já um filme a solo confirmado só nos resta mesmo esperar.

Visualmente, e como já é habitual com filmes da Marvel Studios, não desapontou, é um filme visualmente brilhante que nos prende ao ecrã. Sim, há CGI (computer generated images) neste filme, mas em muito pouca quantidade e onde ele existe, acertaram na mouche. Visualmente muito apelativo, como já tem vindo a ser habitual.

O filme não é perfeito, nenhum filme o é, logo tem aspectos negativos e um deles e o que salta mais à vista é em algumas cenas de acção, nomeadamente no início do filme, a camera tremer um pouco e por vezes ser um pouco difícil de perceber o que se passa, algo que a meio do filme parece ter sido emendado e já não ser tão óbvio.


No geral, o filme tem uma boa história, consistente e sem falhas, muito apelativa para quem é fã. Visualmente também roça a perfeição e faz com que não consigas largar o ecrã. Objetivamente e numa escala de 0 a 10, dou um 8,5/10 a este filme.


 

E tu, o que achaste?

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