E está determinada a final deste Europeu. Portugal
encontrará a sua besta negra França (derrotas nos Europeus de 1984 e 2000, sem
esquecer Mundial 2006 – sempre nas meias-finais), que bateu a Alemanha por 2-0.
Um encontro pautado por uma Alemanha superior na primeira parte, mas, mais uma
vez, uma grande penalidade cometida de forma infantil desequilibrou o encontro.
Na segunda parte, a França equilibrou o encontro, até chegar ao 2-0 que matou o
jogo.
O jogo começou com uma entrada intensa por parte da equipa
francesa, até surgir a primeira oportunidade do encontro. Griezmann consegue
passar pela defensiva alemã, mas Neuer defendeu um remate perigoso. A Alemanha
começou a acordar, equilibrando o encontro, dispondo de oportunidades, mas sem
sucesso, fosse por ineficácia, fosse por culpa de Lloris. Perto do intervalo,
acontece o grande momento do jogo, com uma abordagem incorrecta de
Schweinsteiger a um lance dentro de área e Griezmann, o melhor marcador do
torneio, a não vacilar perante Neuer.
Na segunda parte, mais do mesmo, com a França a entrar
melhor, mas a Alemanha rapidamente equilibrou, sem criar perigo ao resultado. O
tempo ia passando, até que a França, aproveitando dois erros defensivos (de
Kimmich e Neuer), fez o 2-0, novamente pelo suspeito do costume Griezmann.
Alemanha cresceu no encontro, tentando, pelo menos, reduzir, mas a ineficácia,
uma das suas imagens de marca neste torneio, levou a melhor, não conseguindo bater Lloris. Fica a sensação que Hummels e Gomez fizeram muita falta neste
jogo.
Destaques para Neuer (um bom torneio no geral, inclusive algumas boas defesas no jogo de hoje, mas aquela má saída que ditou o 2-0 deitou tudo a perder), Kroos (elevou novamente a fasquia, mas não o suficiente), Ozil (ia desequilibrando como podia), Griezmann (melhor marcador da competição e fantástico no meio), Koscielny (dos melhores defesas deste Euro), Lloris (hoje a ser decisivo com umas bom par de defesas). Destaques negativos para Muller (completamente desaparecido neste Euro) e ineficácia alemã (muitas oportunidades, a equipa que melhor controlava os momentos do jogo, mas a ineficácia deitou tudo a perder).


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